Rubro-Negro sai na frente com Lucas Paquetá, mas Barco, de pênalti, deixa tudo igual e Flamengo amarga outro vice-campeonato em 2017

Foto: Reprodução

Nesta quarta-feira, 13 de dezembro, exatos 36 anos da conquista do Mundial de Clubes pelo Flamengo, em Tóquio, em 1981, o Rubro-Negro voltou a campo para mais uma decisão, desta vez contra o Independiente-ARG, pela Conmebol Sul-Americana. Após a derrota por 2 a 1 na Argentina, na semana passada, os comandados de Reinaldo Rueda fizeram de tudo, mas não deu. O placar por 1 a 1, no Maracanã, deu o título do torneio continental para os argentinos.

O Flamengo fez de tudo para tentar uma reviravolta no placar, começando por uma mudança na escalação, promovida por Rueda. Everton Ribeiro foi barrado pelo colombiano, que apostou em Lucas Paquetá e Everton como meias, dando apoio a Felipe Vizeu, na frente.

Paquetá, inclusive, foi que mais chamou o jogo na primeira etapa. Com jogadas de efeito, a prata da casa também foi responsável por abrir o placar no Maracanã. Aos 28 minutos, Diego cobriu falta na área, a defesa do Independiente “bateu cabeça”, e o meia aproveitou o vacilo para empurrar a bola para o fundo das redes.

Menos de 10 minutos depois veio o empate dos argentinos. Meza recebeu cruzamento dentro da área e foi derrubado por Cuéllar. A arbitragem ainda consultou o VAR (árbitro de vídeo), que confirmou a penalidade. Na cobrança, Ezequiel Barco, prata da casa do Independiente, bateu no canto direito de César, que pulou para o lado inverso.

Na etapa final, o Independiente iniciou impondo o jogo. Aos 13 minutos, Gigliotti fez boa jogada individual, após puxar contra-ataque, ficou cara a cara com César, encobriu o goleiro rubro-negro, mas no último instante, com a bola quase dentro do gol, Juan salvou em cima da linha.

Aos 29 minutos, um lance que preocupou ao Fla. Após choque na área com jogador do Independiente, César caiu desacordado no gramado. Quase um minuto depois, ele voltou a responder.

Esta não foi a primeira vez que o clube argentino, conhecido como ‘Rey de Copas’, por ser o maior campeão da Libertadores, com sete conquistas, levou a melhor sobre um brasileiro na Sul-Americana. Em 2010, a equipe bateu o Goiás na grande decisão, quando conquistou pela primeira vez o torneio.

Jornal Pequeno

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